O debate em torno da regulação do delivery no Brasil, com o Grupo de Trabalho comandado pelo ministro palaciano Guilherme Boulos tramitando sem apoio de empresários e da categoria, segue uma trilha arriscada, parecida com o que houve nas cidades americanas.
Nos Estados Unidos, a tentativa de proteger demasiadamente trabalhadores sem a necessária interface com o patronato resultou no repasse dos custos para consumidores e restaurantes.
Tanto lá, quanto aqui, o cenário é de inviabilidade no setor, com efeito dominó drástico: preços mais altos, restaurantes fechando as portas, menos pedidos e, consequentemente, queda de postos de trabalho para entregadores. A conferir.

