Na CPI do Apagão Aéreo em 2007, Constantino Júnior, então CEO, usou mantra de defesa que garantiu a credibilidade da companhia enquanto a mídia repetia “acidente da GOL”: “É o acidente que vitimou o Boeing da GOL”. E ele estava certo, cheio de provas.
Uma delas: os pilotos do jato Legacy (livres!) tinham desligado o transponder. A GOL melhorou o setor no País e o Brasil perdeu um grande e visionário empresário.
Constantino de Oliveira Júnior foi fundador e presidente do Conselho de Administração da GOL. Ele morreu no 24 de janeiro, aos 57 anos.

