O ano começou bem diferente de janeiro de 2025, quando nos primeiros meses já era notória a farra de voos de jatinhos da Força Aérea Brasileira, para todo lado, com ministros levando dezenas de caroneiros em agendas inventadas pelos assessores para fugir de Brasília.
Depois do freio do Comando da Aeronáutica, que levou ao chefe no Palácio a situação e a contenção de despesas para querosene e manutenção, a festa parou.
Nestes dois primeiros meses do ano, somente os ministros da Defesa (José Múcio), da Justiça (Wellington César) e os presidentes da Câmara (Hugo Motta) e Senado (Davi Alcolumbre) requereram aviões para agendas pessoais e a trabalho.

