A Secretaria de Segurança Pública de Minas e o MP vão passar um pente-fino e investigar mais a ala feminina da Polícia Civil das alterosas. Em Belo Horizonte, no intervalo de sete meses, duas delegadas se complicaram com a corporação por causa de seus cônjuges aloprados, com o respaldo do crime das parceiras.
Um deles matou um gari com a pistola da amada. Até semana passada, outro, um advogado, dirigia viatura de luxo da Civil para assuntos privados.

