No momento em que o preço do ouro sobe no mundo e as reservas brasileiras somam US$ 329,73 bilhões (R$ 1,7 trilhão), o Banco Central tem ação pouco convencional: recorre a instituições estrangeiras para adquirir o metal, mesmo o Brasil sendo um dos grandes produtores do planeta.
Reservadamente, bancos e outras instituições brasileiras negociadoras questionam o presidente do BC, Gabriel Galípolo, e cobram explicações sobre a política que exclui o mercado doméstico da composição das reservas.

