O Aterro Sanitário de Salvador continua cheirando muito mal – nas contas e no bolso do povo. A Justiça da Bahia suspendeu os efeitos da renovação de um contrato de R$ 2,67 bilhões.
Na mira, estão a gestão do prefeito Bruno Reis e a Battre, concessionária que toca a operação do Aterro, num aditivo firmado sem licitação… Além disso, houve prorrogação de 20 anos na concessão em meio a polêmicas ambientais.

