Não bastasse elevar o preço das passagens às alturas como seus aviões – e apesar dos subsídios bilionários da União que nunca se convertem em descontos nas tarifas – a Associação Brasileira das Empresas Aéreas, que reúne as três grandes do setor, ensaia uma operação de madrugada no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, para além das 23h.
Jura que é só para pousos de emergência. O deputado federal Jilmar Tatto (PT) pediu audiência pública na Viação de Transportes da Câmara, com pressão de associações de moradores da Vila Mariana e Vila Nova Conceição, para frear o apetite contra “o direito ao descanso, à saúde e à qualidade de vida” na região.
O assunto não é polêmico só para os paulistanos. Abre um precedente perigoso para todas as capitais.

