Para quem tinha dúvidas no círculo do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) de que Sergio Moro (União) não vestiria a camisa do clã nessa eleição, eis a prova ontem, no Instagram do senador pré-candidato ao Governo do Paraná.
Num post, Moro criticou o fato de Lula da Silva, quando preso, ter recebido 572 visitas – 21 delas do então candidato a presidente Fernando Haddad (PT).
“Nunca cogitei cercear o direito de visita ou de correspondência de Lula. Já Bolsonaro agora não pode mais receber visitas de seu filho, Flávio Bolsonaro, na prisão domiciliar e pelo jeito também não tem assegurado o direito de correspondência previsto na lei para todo preso”.
A mensagem foi um claro desagravo a pai e filho, e recado a todos de que estão fechados nesta campanha.

