A identidade digital se tornou o elemento central da defesa cibernética das organizações, aponta o Think Ahead Report 2026, da SEK, líder em cibersegurança na América Latina. Segundo o levantamento, 71% dos acessos iniciais em incidentes reais no último ano tiveram origem em identidades comprometidas, superando a exploração de vulnerabilidades técnicas como principal vetor de ataque.
O tempo médio entre o acesso inicial e a movimentação lateral caiu para 29 minutos (queda de 65% em relação ao ano anterior), segundo o CrowdStrike 2026 Global Threat Report.
O relatório aponta cinco prioridades para 2026: colocar a identidade no centro da arquitetura de segurança; enfrentar a amplificação do risco humano pela IA; adotar automação defensiva; ampliar a gestão de risco no ecossistema digital; e estabelecer governança para o uso corporativo da IA.

