As investigações da Polícia Federal indicam que Daniel Vorcaro, o “banqueiro” do Master, tinha o projeto de se aproximar de todos os ministros do Supremo Tribunal Federal e Superior Tribunal de Justiça com o intuito de garantir quase R$ 10 bilhões em créditos sub judice.
Ele pagou perto de R$ 1 bilhão por papéis podres que chegam a R$ 9 bilhões os quais as usinas falidas cobram da União por políticas de controle de preços de açúcar e álcool nos anos 80. A aposta era arriscada demais para perder o dinheiro.
Então Vorcaro, conforme mensagens expostas pela PF, fez um approach por Whatsapp com diferentes pessoas ligadas aos ministros do Judiciário, como filhos e esposas. Em alguns casos diretamente com os próprios ministros. Seu maior projeto era controlar o Judiciário para garantir sentenças favoráveis sobre esses recebíveis.

