Receber um diagnóstico de câncer de mama é apenas o início de uma jornada que pode envolver decisões sobre tratamento, mudanças na rotina, saúde mental, trabalho, relacionamentos, autoestima e a retomada da vida depois da doença. É a partir dessa perspectiva que a Casa Clã MAMA 2026, realizada por CLAUDIA, VEJA SAÚDE e pelo projeto MAMA, promove hoje (9), em São Paulo, uma série de conversas sobre as diferentes etapas da experiência com o câncer de mama.
A 4ª edição do evento acontece na Casa Bontempo, das 8h às 18h, e reúne profissionais de saúde, pacientes e convidados para discutir desde a importância do diagnóstico precoce até os caminhos para continuar vivendo durante e após o tratamento.
Dados brasileiros reforçam a importância de dar visibilidade ao tema. De acordo com a estimativa mais recente do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deverá registrar 78.610 novos casos de câncer de mama a cada ano no triênio 2026-2028. A doença representa 30% dos novos casos de câncer entre mulheres e permanece como o tipo mais incidente na população feminina, excluídos os tumores de pele não melanoma.
Além da importância do diagnóstico precoce, a Casa Clã MAMA propõe discutir o que acontece antes, durante e depois da descoberta da doença. A programação inclui conversas sobre sinais de alerta, atividade física e saúde mental, autonomia nas decisões sobre o tratamento, diferentes subtipos da doença, qualidade de vida e os impactos do câncer na carreira.
“Falar de câncer de mama é falar de uma jornada que vai muito além do diagnóstico. A informação precisa acompanhar a mulher em todas as etapas: na prevenção, na escolha do tratamento, na relação com o próprio corpo, no trabalho e também na vida depois do câncer. A Casa Clã MAMA existe para ampliar essa conversa, aproximando ciência, informação e experiências reais de mulheres”, afirma Helena Galante, diretora de CLAUDIA, Boa Forma e www.casa.com.br.
A programação completa do evento está em www.claudia.abril.com.br
Casa Clã MAMA 2026 conta com patrocínio de Medley, Roche, AstraZeneca e Daiichi-Sankyo, com apoio do A.C.Camargo e Ford.
Coluna Esplanada, com informações da Assessoria

