O Judiciário do Brasil mais uma vez se meteu na eleição e piorou a situação. Uma série de erros dos ministros envolvidos levou à maior indefinição eleitoral da História do Brasil, em pleno século 21. Presidente do TSE, o ministro Kassio Nunes Marques já sabia desde 13h30 de relatos e reclamações do PT sobre a suposta falta de ônibus nas ruas de Salvador e São Paulo. E nada, nada fez.
O PT recorreu ao STF, onde o presidente Edson Fachin segurou por mais de uma hora até o “sorteio” – que até hoje ninguém sabe como funciona – foi feito e a relatoria dos pedidos do PT para prorrogação do horário de votação caiu na mesa do ministro Cristiano Zanin, ex-advogado do partido e apadrinhado por Lula da Silva na Corte.
Zanin tomou a decisão de prorrogar até 19h o horário de votação, quando milhares de urnas e cartões já estavam lacrados. Com a vitória do presidente Lula,
A lentidão de Nunes Marques
A ausência de atitude do presidente do TSE, Nunes Marques, sobre a questão da suposta falta de ônibus nas ruas de capitais não é surpresa e lembra bem o seu perfil. Até os 20 anos, ele era apontador de carrinho de mão em canteiro de obras na Bahia e Piauí. Um ex-patrão confidenciou à Coluna que ele sempre foi um pouco… lento…

