Só pode ser leniência do Ministério Público Federal em não tomar ato de ofício, ou um cochilo brabo da oposição em não abrir os olhos para os números.
Num País sério, alguém tomaria a iniciativa de investigar um contrato de R$ 2 bilhões do Ministério da Saúde, para uma entidade social recém-aberta, comandado por uma médica que cantou “Presidenta, I Love You” quando Dilma Rousseff ficou internada em SP.

