Desde meados de 2023 a Coluna tem publicado que a governabilidade de Lula da Silva III passa numa inédita parceria identitária além do Congresso: um consórcio com alguns ministros do Supremo Tribunal Federal tem garantido suas posições políticas.
Fica a cada dia mais evidente com o pedido, por Alexandre de Moraes, de apreensão do passaporte do adversário Flávio Bolsonaro apenas sete minutos após o resultado da eleição.
Com o presidente da Corte, Edson Fachin, enterrando investigação sobre os R$ 129 milhões do contrato da esposa de Alexandre de Moraes com Banco Master. E com Gilmar Mendes arquivando inquérito sobre a fake news do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e da senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) contra Alfredo Gaspar, vice de Flávio, no qual o acusaram de pedofilia sem provas, mesmo inocentado pelo Supremo.
O pacotaço de cerco e bondades ocorreu depois da reeleição.

