Preso na quinta-feira (26, um dos Capo do Rio, Adilsinho, paga advogados para seu chefe de segurança que, para nenhuma surpresa dos investigadores, é um policial. A novidade é a que força esse policial pertence.
O bicheiro contrabandista de cigarro mudou de casa na noite anterior à operação; só não contava que outro grupo de elite da PF fazia a contra-inteligência e monitorava mais de cinco mansões que ele usava em rotatividade.

