Um plano eleitoral dos estrategistas da iminente campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência é jogar a pressão para o rival. “Dar a bola” a Lula da Silva para que ele erre o chute, por falar demais.
Também vão apostar no etarismo escancarado. Mostrar um Flávio ativo e jovem, cheio de ideias, contra um idoso de 80 anos (em outubro) e indicar que estaria cansado fisicamente. As qualitativas mostrarão se dará certo.

