A Polícia Federal já sabe que o hacker Luiz Phillip Mourão, que se suicidou ontem na cela da Superintendência em Belo Horizonte, era a chave para mais revelações bombásticas sobre Daniel Vorcaro. Mourão recebia R$ 1 milhão por mês para fazer todo tipo de espionagem online, invasão de e-mails, e apagar notícias ruins contra o chefe nos sites de buscas.
Mourão tinha muito a contar. A Coluna apurou que o jovem era “cabeça fraca” e trabalhava no Banco Máxima, comprado por Vorcaro – que o levou para o Master para ser seu chefe de TI. Mourão era homem de confiança na tecnologia de Saul Sabbá, dono do Máxima, e entregou a Daniel todos os segredos do ex-chefe.
Aliás, uma bomba está para explodir nesse processo todo. Saul nunca teria recebido, até ontem, os R$ 400 milhões da venda do banco – apenas garantias de imóveis de Vorcaro que estavam penhorados pelo… Máxima que o mineiro assumiu. E o hacker havia cuidado disso também.

