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Brasília - 25 de fevereiro de 2026 - 18:06h
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Na política, não tem briga que não acabe em abraço

Eduardo Paes (PSD) e André Ceciliano (PT) durante evento no Rio - Foto: Divulgação
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O saudoso caudilho Leonel Brizola soltou uma frase certa vez, após pacificar o PDT do Rio na Era Garotinho: “Política também é a arte de curar cicatrizes”. Não mudou nada, hoje. Não existem mágoas entre políticos quando há interesses comuns.

Depois de um período de estranhamento mútuo, o prefeito Eduardo Paes (PSD) e o secretário nacional de Assuntos Parlamentares, André Ceciliano (PT),que despacha ao lado de Lula da Silva no Planalto, têm um encontro nos próximos dias para falar sobre o mandato de governador tampão que a Alerj deve votar em breve.

Acendeu a luz vermelha depois que a direita manifestou seu projeto de emplacar Douglas Ruas como governador tampão – rifando o secretário da Casa Civil Nicola Miccione – considerado o melhor nome pelo trânsito suprapartidário.

André, ex-presidente da Casa, conhece como poucos como funciona a Alerj. E pode ser muito útil nesse momento em que finalmente a bola da eleição 2026 foi colocada campo no Estado do Rio e todos os grandes partidos – à exceção do MDB – se posicionaram contra a candidatura de Paes.

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