A gestão Ratinho Junior quer acabar com o vai e vem de pacientes em ambulâncias de um município para outro como política regional de saúde e consolidar o Paraná como protagonista na estratégia de descentralização da saúde e desafogamento dos grandes centros.
Com um aporte de quase R$ 2 bilhões distribuídos em 1,6 mil obras, o governo estadual mira o fim das filas nos grandes centros ao fortalecer a rede de atendimento no interior. Estão em obras 17 novos Ambulatórios Médicos de Especialidades, Unidades Mistas de Saúde (espaços que integram atendimentos de UBS e pronto-atendimentos) e novos hospitais.
Os reflexos dessa política transbordaram a gestão técnica e se converteram em dividendos políticos. Segundo a mais recente pesquisa Genial/Quaest, a saúde pública paranaense encerrou 2025 como a mais bem avaliada do país. Com 47% de aprovação positiva, o Estado desbancou potências do Sudeste, como Minas Gerais (35%) e São Paulo (32%), consolidando um isolamento técnico na liderança do setor que surpreendeu analistas do eixo Rio-SP.
Os números representam uma conquista administrativa pactuada com as prefeituras do Paraná e também podem ser combustível para a projeção de Ratinho Junior no cenário nacional. Com indicadores que superam os de governos vizinhos de peso, ele solidifica a imagem de eficiência na saúde como vitrine.

