Um estudo inédito associa o uso de carvão em Candiota (RS) a 430 mortes, 180 partos prematuros e ao aumento de doenças respiratórias, como asma em crianças. O Estado concentra 53% da produção nacional.
Projeções indicam que, se o polo operar até 2040, poderão ocorrer mais 871 mortes e R$ 6,6 bilhões em custos à saúde. O levantamento é do CREA e do Instituto Internacional Arayara, do ILEA/UFRGS.
Para Nicole Figueiredo, o estudo busca qualificar o debate com base em evidências científicas.
“Estamos comprometidos em trazer dados rigorosos e contribuir para uma transição energética que priorize a saúde da população. Isso não significa apenas fechar usinas, mas criar alternativas econômicas que não custem vidas humanas”, afirmou.


