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Brasília - 16 de junho de 2026 - 4:27h
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Estudo associa uso de carvão a mortes, doenças e partos prematuros no RS

Foto: Divulgação/IBAMA
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Um estudo inédito associa o uso de carvão em Candiota (RS) a 430 mortes, 180 partos prematuros e ao aumento de doenças respiratórias, como asma em crianças. O Estado concentra 53% da produção nacional.

Projeções indicam que, se o polo operar até 2040, poderão ocorrer mais 871 mortes e R$ 6,6 bilhões em custos à saúde. O levantamento é do CREA e do Instituto Internacional Arayara, do ILEA/UFRGS.

Para Nicole Figueiredo, o estudo busca qualificar o debate com base em evidências científicas.

“Estamos comprometidos em trazer dados rigorosos e contribuir para uma transição energética que priorize a saúde da população. Isso não significa apenas fechar usinas, mas criar alternativas econômicas que não custem vidas humanas”, afirmou.

CREA e do Instituto Internacional Arayara, do ILEA/UFRGS realizaram estudo sobre impactos do Carvão em Candiota (RS) – Foto: Divulgação

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