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A guinada do BRB com Paulo Costa

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Egresso do mercado e ex-vice da Caixa, executivo transformou o banco de Brasília num case nacional e com dois lucros histórico

O Banco de Brasília (BRB) comemora a profissionalização nas mãos de gente séria, sob o comando do gestor Paulo Henrique Costa desde 2019, egresso do setor privado. O BRB registrou um lucro líquido de R$ 456 milhões em 2020 ( + 10,5% em relação ao de 2019), também sob a nova administração. São dois seguidos lucros históricos da instituição, mesmo diante da crise no mercado com a pandemia do coronavírus.

Assaltado em governos anteriores por bandos políticos-empresariais – alguns cercados pela Polícia Civil, outros não – o BRB agonizava em duas frentes. De um lado, aparelhado politicamente para atender a interesses de ex-governadores e seus grupos financiadores de campanha. De outro – seria inevitável, aliás – o cerco policial-judicial.

Operações seguidas nos últimos anos das Polícias Civil e Federal ( a mais recente, a Circus Maximus, chegou a prender um ex-presidente) motivaram o governador Ibaneis Rocha a estancar a sangria financeira do banco orgulho dos brasilienses. A chegada de Paulo Henrique Costa contou com uma limpeza interna em todos os departamentos, demissões de apadrinhados políticos, resquícios de governos passados, e a profissionalização de todos os setores, além de lançamentos de produtos que alavancaram o nome do banco a nível nacional.

A expertise do jovem presidente pesou. Costa saiu da vice-presidência de Clientes, Negócios e Transformação Digital da Caixa Econômica Federal. Graduado em administração pela PUC do Recife e com pós-graduações em Stanford e Birmingham, o executivo deu um perfil inovador ao BRB. O alçou à plataforma digital com sucesso em apenas um ano.

A ousada parceria com o clube Flamengo do Rio de Janeiro, muito criticada inicialmente por ser o time de torcida do governador, mostrou-se frutífera em números para os acionistas e o GDF. Vê-se pelos dois seguidos lucros recordes da instituição. A parceria de marketing com o clube rende dividendos em vendas de produtos do banco. Uma delas é o Nação BRB FLA, no banco digital. Já são mais de 200 mil clientes em todo o Brasil e em outros 26 países. O banco digital BRB já tem clientes em 70% do território nacional.

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