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Amazônia Conectada sofre resistências em Brasília

Amazônia Conectada sofre resistências em Brasília

Após conectar dezenas de cidades no meio da floresta, por fibra ótica submersa nos rios Negro e Amazonas, o Projeto Amazônia Conectada encontra certa resistência nos gabinetes da Esplanada em Brasília, indicam fontes, porque usa equipamentos e tecnologia de uma empresa brasileira, o programa PadTec, em detrimento de um concorrente chinês. O lobby oriental é forte entre portas. O projeto pretende interligar ribeirinhos, quartéis do Exército, escolas, hospitais e aldeias em mais de 3 mil quilômetros na floresta, e tem as Forças Armadas como base de sua operação.

O projeto é tutelado pelo Ministério da Defesa, em interface com o da Ciência e Tecnologia e o das  Comunicações. Seus coordenadores regionais estão em Brasília atrás de garantias para continuidade.

Para quem critica a Operação – principalmente advogados criminalistas com clientes milionários – vale lembrar que a Lava Jato ajuda. A Justiça já destinou mais de R$ 29 milhões de dinheiro apreendido de sentenciados para o Amazônia Conectada.

A reportagem já procurou o Ministério das Comunicações e da Defesa e ainda não obteve respostas. 

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