A possibilidade de privatização do Banco do Brasil, defendida pelos candidatos à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo), foi rechaçada pela Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (ANABB). A entidade afirma que a desestatização prejudicaria serviços como crédito para agricultura familiar, a empreendedores e municípios sem agências bancárias.
A ANABB cita a carteira de crédito expandida do banco, que ultrapassou R$ 1,3 trilhão em junho de 2026. Desse total, R$ 421,6 bilhões correspondiam ao crédito para o agronegócio. A carteira de negócios sustentáveis somava R$ 431,5 bilhões. Segundo a associação, o BB está presente em mais de 93% dos municípios brasileiros, com 51 mil pontos de atendimento.
Em nota, a entidade afirma que a reputação do banco não deve ficar sujeita ao calendário eleitoral. “Governos passam; o Banco do Brasil segue firme”, afirma o presidente da ANABB, Valmir Camilo.

