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Após cobrança do MP, Rede Sarah alega UTIs lotadas para cirurgias

Após cobrança do MP, Rede Sarah alega UTIs lotadas para cirurgias

Alvo de críticas na praça por não ceder espaço de suas amplas instalações para receber leitos de UTI e pacientes com Covid-19, a Rede Sarah de hospitais entrou na mira da Procuradoria da República no DF, que requereu informações sobre a situação. A Sarah trata pacientes com trauma, sua especialidade, e recebe milhões de reais por ano em verbas federais via emendas parlamentares.

Em ofício ao MPDFT e MPF, para justificar por que não recebe pacientes da rede pública de saúde de Brasília, a Rede Sarah destacou que , em suas nove unidades no País – inclusive na capital federal – trata cerca de 1,5 milhão de pacientes por ano, a maioria deles de idade avançada e de grupo de risco para o Covid-19, em leitos especificamente para os internados, sem poder paralisar estes tratamentos.

Em resposta à reportagem, a Rede Sarah informou que, em Brasília, a unidade está recebendo “vários casos graves de pacientes para cirurgia de tumores cerebrais do Hospital de Base”, e que por isso suas UTIs estão lotadas.

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