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Burocracia atrapalha compra de respiradores para Brasil

Burocracia atrapalha compra de respiradores para Brasil

O Ministério da Saúde não perdeu produtos para os Estados Unidos. É que não houve contrato a tempo na compra de máscaras e respiradores da China que foram parar no mercado americano. A burocracia mais uma vez prejudicou o País.

A Coluna apurou que os trâmites foram cumpridos no rito processual da pasta: divulgação do edital, pregão, anúncio do vencedor, publicação no D.O. Mas antes da última fase, a assinatura do contrato, os EUA fizeram compra direta da fábrica chinesa. É do jogo capitalista.

As regras jurídicas de contratos deste tamanho são rígidas e envolvem variados órgãos de fiscalização, além de multas milionárias. E o caso ainda poderia para nas mesas da Organização Mundial do Comércio. Mas simplesmente não houve contrato.

O Ministério da Saúde suou a camisa para conseguir os 200 milhões de kits. Após o pregão, só a quinta empresa consultada prometeu entregar o montante necessário para o Governo, e assinou o contrato. A vencedora, e as outras empresas que ficaram de 2º a 4º lugares no edital prometeram bem menos que isso – de 10 milhões a 30 milhões de kits.

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