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Caso Kiss: Polícia cerca até o Ministério Público

Caso Kiss: Polícia cerca até o Ministério Público

A Polícia apresenta o inquérito em 15 dias e só estuda como co-responsabilizar o Poder Público pela tragédia da Boate Kiss, onde um incêndio matou 239 jovens em Santa Maria (RS). Deve ser citado até o Ministério Público do Estado. Os delegados revelaram que o Termo de Ajustamento de Conduta entre MP e os donos da boate não envolveu Bombeiros e a Prefeitura, o que configura caso grave. Pode ter sido “cheque em branco para alterar o PPCI”, o alvará de Prevenção e Proteção Contra Incêndio.

TRIO FISCAL. O relato foi feito ontem para os deputados da Comissão Externa da Câmara que os visitaram: os gaúchos Goergen (PP), Marchezan Jr. (PSDB) e Pimenta (PT).

PEGOU GERAL. Pelo que se ouviu, vai sobrar para muita gente no inquérito: os donos da boate, os músicos, os bombeiros, fiscais da Prefeitura e até para quem vendeu os fogos.

ESBOÇO DA LEI. Na terça, a comissão externa se reúne em Brasília e apresenta relatório preliminar. “Falta uma lei articulada entre União, estados e municípios”, explica Goergen.

Leia a íntegra da coluna nos jornais (ao lado)

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