Num Brasil que depende muito ainda de hidrelétricas (e das chuvas!) para crescer energeticamente, o mundo passou a ver com olhos mais atentos o potencial do País em alto-mar.
A Coalizão Eólica Marinha (CEM), única associação brasileira dedicada exclusivamente ao desenvolvimento da energia eólica offshore, anunciou a entrada do World Forum Offshore Wind (WFO) em sua governança institucional.
O movimento coincide com a segunda audiência pública promovida pelo senador Marcos Pontes sobre o tema. A avaliação é que o Brasil já dispõe de potencial técnico e interesse internacional suficientes para atrair investimentos, mas precisa avançar em regulamentação e licenciamento para transformar o potencial dos ventos em projetos, empregos e uma nova cadeia industrial.

