O que se vê, cá de Brasília mirando o Estado do Rio de Janeiro, é que o Judiciário fluminense provou do gostinho do Poder e, num consórcio com ministros do STF, quer ficar o maior tempo possível no comando do Palácio Guanabara.
O desembargador Ricardo Couto, governador interino, já mexe com cargos importantes e empregou pessoas de confiança. Seria um inédito aparelhamento judicial do Executivo?

