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Comissão de Minas e Energia vai discutir regras para as próximas concessões

Foto: Reprodução/Câmara dos Deputados
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A Comissão de Minas e Energia (CME) da Câmara dos Deputados vai discutir, na próxima terça-feira (16), os projetos de lei que alteram políticas do setor elétrico. O debate ocorre em momento estratégico: até 2031, os contratos de concessão de 20 distribuidoras chegam ao fim. Durante o encontro, serão debatidos quatro projetos de lei que da Casa que tratam sobre o assunto, como o PL 4.831/2023, do deputado João Carlos Bacelar (PL-BA), e os PLs444, 445 e 446/2024, do deputado Hugo Leal (PSD-RJ), 1ºvice-presidente da CME, e autor do pedido de convocação da audiência pública.

Os três PLs do deputado Hugo Leal propõem participação dos estados nos novos contratos de concessão – hoje tanto a regulação e a fiscalização cabem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) – mudanças nos indicadores de desempenho e metas das distribuidoras, regras de transparência para as concessionárias e a possibilidade de ressarcimento aos consumidores pelos dias sem energia.

Entre os convidados para participar do debate estão especialistas no tema, o Ministério de Minas e Energia (MME) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Aliás, o deputado federal questionou o fato de o Governo Federal ter convidado especialistas para uma reunião no Palácio do Planalto um dia após a assinatura da MP 1.212/2024.

“O governo mandou a MP e depois convidou os especialistas para debaterem. A reunião durou quatro horas. O importante é que mostra que o presidente está preocupado e buscando uma solução para o problema das concessões de energia. Mas também pode ser um sinal de que ele está mal assessorado. Estranho essa reunião depois do envio da MP para o Congresso. É como se, no sábado, você convidasse pessoas para um churrasco que aconteceu na sexta-feira”, ponderou Hugo Leal.

Sobre os PLS:

O PL 4831/23 disciplina a renovação das concessões

O PL 444 propõe mudança na regra de cálculo dos indicadores de desempenho das concessionárias. O texto sugere que o tempo de indisponibilidade nos dias considerados atípicos seja considerado nos contratos de concessão. Hoje, os problemas decorrentes dos chamados eventos climáticos atípicos, como fortes chuvas, não são contabilizados.

Já o PL 445 prevê maior participação dos estados e do DF nos contratos de fornecimento de energia elétrica. E cria o Conselho Consultivo do Contrato de Concessão, formado por representantes dos governos estaduais, das concessionárias, da Anel e das conveniadas dentre outros representantes.

E o PL 466 cobra maior transparência das concessionárias e prevê, por exemplo, a disponibilização de extrato com dias e horários das interrupções do fornecimento de energia e dos restabelecimentos, que possibilite ao consumidor buscar o ressarcimento pelo dano elétrico.

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