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Governo da Bahia desmente Chesf

Vai ter curto-circuito. Sobre o caso do parque eólico parado na Bahia, que rende mais de R$ 30 milhões ao consórcio apesar de as linhas de transmissão não terem sido construídas, o diretor de Engenharia da Chesf, José Aílton de Lima, disse no ‘Fantástico’ que a obra não andou porque faltou licença ambiental.

Jaques Wagner chamou o secretário Eugênio Spengler no gabinete e descobriu que todas as licenças já haviam sido dadas.

A Chesf terá de se explicar. Internamente ainda se discute não pagar a multa da ANEEL sobre o impasse. Pegou mal em Brasília o jeito soberbo da entrevista do diretor José Aílton à TV.

2 comments

  • Paulo

    A incompetência gerencial da CHESF já chegou ao seu ápice. A desfarçatez com que justificam o injustificável é ridícula. Culpam sempre licenças ambientais sem nem apresentarem fato e dados concretos, jogam apenas a informação no ar e que se virem. É o colar colou. Bem feito o que tá nessa matéria. Ei CHESF, teu tempo de fazer as coisas só no teu mundinho acabou; agora tu tá tendo que enfrentar o mercado “privado” e os resultados da tua má gestão, da tua cultura política e de “incompetentes” já acumulam prejuízos milionários. E esse diretor ainda não foi “demitido”, mesmo depois dessas declaraçãos “imorais” que assumem o que há com a de verdade (INCOMPETÊNCIA, POLITICAGEM E AJEITAMENTOS) com a CHESF??? Então isso é sinal de que as coisas tendem a piorar!!! E o consumidor é que banca a “incompetência” de idiotas!!!

  • sonia

    É um absurdo o comportamento da Chesf.
    A empresa deve uma explicação cabível.

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