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Justiça Federal cobra paradeiro de ossadas

Clima quente a portas fechadas. O ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh (PT-SP) deporia ontem na Justiça Federal em Brasília sobre o sumiço de ossadas de guerrilheiros na capital, encontradas no Araguaia em 2001, mas faltou energia. Greenhalgh coordenava o grupo.

A coluna revelou o sumiço das ossadas em Janeiro deste ano e a encrenca federal em que o governo se meteu. A PF entrou na investigação. Quer saber, principalmente, porque apareceram ossos de crianças nos armários, sem qualquer ligação com a guerrilha.

Hoje, o Corpo de Bombeiros de Brasília encontrou ossadas de cinco corpos enterradas no campus da UnB que podem ser dos guerrilheiros desaparecidos.

REPARAÇÃO. As famílias de pelo menos três guerrilheiros tentam reaver as ossadas que sumiram para pedir a indenização ao governo.

DUPLA SUSPEITA. O depoimento de Greenhalgh foi sigiloso. Mas há indicações de que a Justiça já mira duas ex-guerrilheiras trapalhonas que carregaram as caixas com os ossos por Brasília.

Leia a íntegra da coluna nos jornais (ao lado)

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