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Ministro do STF rechaça comemorações dos militares

Ministro do STF rechaça comemorações dos militares

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, que passou o final de semana no Rio de Janeiro, afirmou “que não há nada para comemorar neste dia primeiro de abril”.  

Após participar de homenagem ao jurista Paulo Cezar Pinheiro Carneiro, no Tribunal de Justiça do Rio, Marco Aurélio pontuou à Coluna, sobre 1964, que o respeito à democracia e à Constituição é o que importa: “Seja qual for o termo que se use, golpe ou movimento. Nada que comemorar. É importante que o povo tenha memória. E que sigamos em frente sem esquecer do que passou e das experiências que temos disso tudo”.

Na sexta-feira, 29, a juíza Ivani Silva da Luz, da 6ª Vara da Justiça Federal, atendeu a um pedido de liminar apresentado pela Defensoria Pública da União e proibiu o governo de Jair Bolsonaro de comemorar o aniversário de 55 anos do golpe de 1964. A decisão, no entanto, foi derrubada pelo Tribunal Regional Federal da 1º Região (TRF-1), com sede em Brasília.

Ontem, o Palácio do Planalto divulgou vídeo em defesa do golpe militar de 1964 no qual o apresentar afirma: “O Exército nos salvou. O Exército nos salvou. Não há como negar. E tudo isso aconteceu num dia comum de hoje, um 31 de março. Não dá para mudar a história”.

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