Os contratos das empresas de ônibus intermunicipais previam R$ 319,4 milhões em outorga ao Estado de Minas. Nos registros públicos, o Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo encontrou só R$ 69,2 milhões arrecadados entre 2009 e 2025.
Ninguém, até agora, explicou os R$ 250 milhões que ficaram no caminho – um rombo de 16 anos sem processo de cobrança formal que leva o caso ao TCE-MG.

