A Operação Faroeste da Polícia Federal ficou nacionalmente conhecida por revelar as entranhas do Judiciário da Bahia. Um terremoto do litoral ao sertão que afastou dezenas de desembargadores, juízes e servidores. O caso Banco Master/Credcesta tem o potencial de ser uma nova Faroeste e atingir o mesmo TJ.
No epicentro da trama, o sobrenome Kruschewsky. Agora surge a explosiva revelação dos tentáculos do Master com a Procuradoria Geral de Justiça do Estado da Bahia – Ministério Público. Já notório, o irmão do procurador da Bahia trocou mensagens com Daniel Vorcaro, o chama de “mano” e fala sobre o pagamento de “8 paus” – o que a PF desconfia de R$ 8 milhões.
O irmão do Procurador-Geral é sócio de André Kruschewsky, este é primo e ex-sócio do procurador Eugênio Kruschewsky. Eugênio lidera o 4º escritório que mais faturou do Master: R$ 54 milhões. O 2º colocado está preso. Há um cheiro de Faroeste no ar.

