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Parque Olímpico terá fun fest na Copa e pode sediar Rio Open de tênis 2019

Legado social é fundamental em tempos de intervenção, diz presidente da AGLO

O investimento social como legado foi o mote da palestra do presidente da Autoridade de Governança do Legado Olímpico (AGLO), Paulo Márcio Dias Mello, ontem, no Parque da Barra da Tijuca. Em seminário para jornalistas, o gestor citou dificuldades mas também avanços na gestão, e antecipou dois projetos: o Parque vai abrir seu boulevard para exibir jogos da Copa da FIFA – com shows, área para piquenique e roda gigante -, e a AGLO quer negociar o direito de sediar, em 2019, o torneio de tênis Rio Open – que aconteceu semana passada, como tradição, no Jockey Club.

“O Legado não pode se preocupar apenas com o treinamento de atletas, mas com sua função social”, frisou Paulo Mácio para jornalistas no 11º ENECOB – Encontro Nacional de Editores, Colunistas, Repórteres e Blogueiros, destacando serem as ações importantes neste momento de intervenção federal na Segurança do Rio.

A Autoridade acaba de fechar convênios com institutos bancados por atletas para abrir seus espaços para treinamentos de crianças e jovens em diferentes modalidades.  O Renascer, do judoca Flavio Canto – que revelou a medalhista de ouro Rafaela Silva – vai treinar na arena seus atletas; o campeão mundial de Futvôlei, Anderson Águia, treinará seus talentos e equipe nas quadras de areia já construídas na gestão da AGLO.

Outra meta da AGLO é mostrar à sociedade e ao Brasil que o Parque tem atividades diárias e não está abandonado. Em 2017, foram, em média, 14 eventos por mês – e visitas de mais de 320 mil pessoas.

“Nossa maior meta é fazer a população entender que o parque não está abandonado”, destacou o gestor, que elencou ainda outras ações que marcaram a temporada 2017 como campeonatos nacionais e internacionais de ciclismo, vôlei de praia, judô, e os jogos do NBB – Novo Basquete Brasil.

A AGLO substituiu a antiga Autoridade Pública Olímpica (APO) e tem validade, por lei, até 2019. Mas a atual gestão e o Ministério do Esporte, que a controla, já buscam formato para ela se transformar numa Agência com autonomia, ou numa empresa com parcerias público-privadas.

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