O próximo presidente da República vai ter o direito constitucional de nomear quatro ministros para o Supremo Tribunal Federal nos quatro anos vindouros, resultado da aposentadoria esperada deste quarteto. É isso que está em jogo, principalmente, nos staffs partidários dos principais presidenciáveis.
Alguns deles já têm lista de preferidos, e o lobby dos pretensos é forte entre os pré-candidatos nos bastidores. É o resultado de um País no qual a Suprema Corte está mandando muito – até na política.
Nada, ninguém está acima do STF hoje, nem o CNJ – que deveria fiscalizar e punir, mas é controlado pelos próprios ministros. Tornou-se a mais corporativa e poderosa instituição do País.

