Principais aliados de Flávio Bolsonaro em três dos grandes colégios eleitorais do Brasil, os governadores Tarcísio de Freitas (SP), Cleitinho Azevedo (MG) e Ronaldo Caiado (GO) não ajudaram o presidenciável na transferência de votos no 2º turno. Flávio foi rifado.
Pelo comparativo dos votos nestes Estados, Lula avançou muito mais que o bolsonarista. Em goiás, Flávio ganhou 294 mil votos do 1º para o 2º turno, e Lula saltou para 397 mil votos a mais. Em Minas, Flávio ganhou mais 464 mil votos entre os turnos, e o petista cresceu estupendos 1,16 milhão de votos.
Em São Paulo, Flávio conquistou mais 1,21 milhão de votos, e Lula conseguiu mais 2,61 milhões. Outra aposta dos bolsonaristas – a ala que aceita o resultado das urnas, que é a maioria – é que o eleitor do Lula que não apareceu no 1º turno seguiu em peso para as seções no 2º.
A constatação no staff de Flávio até hoje é que os governadores, já com a vida resolvida, não se esforçaram tanto quanto ele esperava, apareceram para fotos, liberaram a militância para voto e o deixaram sozinho na corrida.
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