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Receita cerca o MST

Um relatório sigiloso da Agência Brasileira de Inteligência para o governo revela o enfraquecimento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A fonte secou. São pelo menos 150 ONGs, de vários setores, que recebiam verba federal e despejavam dinheiro na entidade. Somente João Paulo Stédile tinha 23 ONGs ligadas diretamente a ele. Do total, pouco mais de 100 caíram na malha fina, e as outras foram reprovadas por ministérios e pelo TCU por não prestação de contas.

MARCHA (A RÉ). Sem dinheiro em caixa, o MST diminuiu o ritmo de ocupações e não promove mais a Marcha a Brasília para ocupar o gramado da Esplanada. Procurada, a assessoria não se manifestou.

Leia a íntegra da coluna nos jornais (ao lado)

1 comment

  • Enquanto torravam recursos públicos essas pseudos ONGs incorporavam todo o tipo de bandalheira que os anarquicos lidres do movimento promoviam: ocupação de área produtivas, destruição de patrimônio de empresas rurais privadas, ocupação de prédios públicos, etc. A bem da verdade esta na hora de repensar a “Reforma Agraria” do Brasil, começando, principalmente, pelas área doadas, para aferir se o capital repassado foi aplicado, e, se, ainda, estão no lotes os verdadeiros beneficiários pela cessão das terra. Já trabalhamos como assessor jurídico para algum desses projetos, e, o que mais assistiamos foram “negociatas” repassando lotes de glebas rurais para terceiros de gente que sequer estavam no inicio do programa. Isso tem que reavaliado, pois, ao contrário estaremos dando azo à especulação de terras públicas, ou, desapropriadas, demonstrando que a “Reforma Agraria” no Brasil é algo como o “Samba do Criolo Doido”, onde, a história tem uma narrativa contraria. Wil.

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