A advogada Ana Patrícia Dantas Leão, ex-candidata a presidente da OAB da Bahia e já candidata declarada ao próximo pleito, mantém um perfil atuante nas redes sociais e um programa de rádio sobre direito de família, sua especialidade. Mas seu silêncio sobre quanto ganhou do Banco Master e que petições assinou causa uma sombra de suspeição. Afinal, o que há de errado em mostrar pelo menos petições que seriam públicas?
Ana Patrícia Leão foi abonada por advogado investigado pela PF
A Coluna procurou Ana Patrícia Dantas Leão, conversou com uma assessora de seu escritório e enviou e-mail com demanda. No entanto, não teve resposta. Ela foi abonada para o enrolado Master, de Daniel Vorcaro, pelo seu amigo e parceiro de várias causas Eugênio Kruschewsky, que está na mira da Polícia Federal por ter sido o 4º escritório que mais recebeu do banco, R$ 54 milhões no total.
Ao não defender sua reputação, Ana Patrícia Leão se coloca no radar
A Coluna pediu apenas dois esclarecimentos à advogada: quanto recebeu do Master e quais as petições que fez para justificar os pagamentos. Nada mais do que provas de um trabalho técnico e jurídico. Ao optar por não apresentar nada, a advogada Ana Patrícia Dantas Leão se coloca sob o mesmo radar em que já está seu parceiro Kruschewsky.
A Coluna aguarda as informações e publicará assim que disponibilizadas, em nome do interesse público. Enquanto isso, Ana Patrícia deixará dúvidas e não certezas.

