O partido União Brasil trata sigilosamente na cúpula a situação da coleta do lixo de Salvador, em especial a do prefeito Bruno Reis, sucessor de ACM Neto na gestão e uma das apostas futuras para o Senado. É que a situação anda cheirando mal desde ano passado, e agora com odor nacional.
Houve a prorrogação sem licitação, por mais 20 anos, e com aditivo de R$ 2,6 bilhões para a concessionária Battre, que recolhe o lixo da capital.
Há um tremendo receio de que a situação respingue sobre o ex-prefeito e pré-candidato ao Governo ACM Neto (União), logo agora que tem potencial chance de se eleger governador e ressuscitar o carlismo na Bahia, um dos cinco maiores colégios eleitorais do País.
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