
XXVIème Biennale des Antiquaires de Paris
Por Pedro Nonato Desde a sexta passada (14) até o próximo dia 23, das 11h às 20h, o Grand Palais recebe a 26ª edição da Biennale des Antiquaires. (Leia Mais)

Por Pedro Nonato Desde a sexta passada (14) até o próximo dia 23, das 11h às 20h, o Grand Palais recebe a 26ª edição da Biennale des Antiquaires. (Leia Mais)

Por Luiz Monteiro Nos Estados Unidos, o conceito já é bastante conhecido e um número grande de pessoas já se utiliza das vantagens oferecidas pelo Programa de Benefício em Medicamentos (PBM) – subsídio que as empresas concedem a seus funcionários para compra de remédios.

Domingo passei o dia visitando a Normandia com um cunhado de Boston e ele, como bom americano que é, me pediu que iniciássemos o passeio pela praias do desembarque do Dia D, especialmente a área que ficou conhecida como Omaha Beach, em Colleville Sur Mer. (Leia Mais)

Um recente estudo francês, divulgado pela AFP, atesta que os animais de companhia, como cães e gatos, também sofrem com a depressão do fim das férias, quando acabam-se os passeios, as brincadeiras e as viagens (Leia Mais)

Há 68 anos, em 25 de agosto de 1944, Paris foi liberada da ocupação alemã que começara em 1940. O comandante alemão de Paris era o general Von Choltitz que recebera ordens diretas e carta branca de Adolf Hitler para defender a cidade com todos os recursos e ainda para destruí-la inteiramente antes de uma retirada. (Leia Mais)

Pedro Nonato – Na última quarta-feira, um voo da Air France entre Paris e Beirute, no Líbano, realizou uma aterrissagem de emergência em Damasco, na Síria porque, segundo um comunicado da Air France, a empresa e o comandante do voo decidiram alterar sua rota rumo a Amã devido a uma “rápida degradação da segurança em Beirute”.

Por Pedro Nonato O mundo é “nylon”. Outro dia escutei essa frase que fecha a questão de um embate entre as duas cidades – Nova York e Londres – que lançam e definem os tendências mundiais em diversos campos da cultura e da moda do planeta.

Por Cláudio dell’Orto O número de processos nas estantes eletrônicas ou de aço do Judiciário brasileiro será reduzido se os juízes pararem de julgar. Atualmente, para cumprir metas médias ou medianas estipuladas pelo Conselho Nacional de Justiça ou pelas comissões satélites que atuam nos Estados, os magistrados são estimulados a escrever sentenças nos processos novos que ingressam em grande volume. Tais metas, que se não cumpridas podem significar perda remuneratória, seriam ótimas se os processos realmente terminassem com o ato de sentenciar.